Major Olímpio e Janaína Paschoal fazem campanha em Jundiaí e assumem protagonismo em defesa de Bolsonaro

Sem poder contar com Jair Bolsonaro, que deixou a UTI ontem e foi para uma unidade semi-intensiva, quem assumiu a frente da campanha do candidato do PSL à presidência foi um também policial militar de carreira. Dessa forma, o atual deputado federal (e candidato ao Senado) Major Olímpio esteve ontem à tarde no Centro de Jundiaí.

Com o estilo que o faz ser amado ou odiado, o Major Olímpio assumiu o microfone, em frente ao grupo de apoiadores e de eleitores que foi se juntando ao lado da Catedral, na Praça Governador Pedro de Toledo. Em seu discurso, Olímpio soltou frases como “O mito chegou para mudar o Brasil”, “É Bolsonaro no primeiro turno” ou “Nem na facada, nem na bala, vão deter Bolsonaro”.

O evento começou animado e ganhou ainda mais força com a chegada de outra candidata que também foi recebida (pelo próprio Major Olímpio) como outro ‘mito’ do PSL: a advogada Janaína Paschoal. Janaína (que declinou do convite feito por Bolsonaro, de ser a candidata à vice-presidência), chegou, tirou inúmeras selfies e, após algum tempo, conseguiu se aproximar para cumprimentar Olímpio.

Ela deu um beijo no rosto do companheiro do PSL, posou para mais algumas fotos e disse porque decidiu ser candidata a deputada estadual. “Este é um momento em que as pessoas não podem se apegar a seus interesses. Precisamos colaborar, temos de nos doar, do contrário o nosso País afunda. Nosso patriotismo tem de ser um exercício permanente”.

Olímpio e Janaína Paschoal estavam acompanhados pela candidata jundiaiense Andrea Seixas, que disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa. “É proveitoso para mim esse corpo a corpo aqui em Jundiaí com o Major, a reciprocidade dos eleitores está sendo ótima.”

O Major Olímpio retomou o microfone enquanto dezenas de apoiadores do PSL seguiam pela rua Barão de Jundiaí. “O nosso desafio é o de fazer a limpeza da latrina em que se transformaram os poderes Executivo e o Legislativo federal. Este presidente da República que aí está se segura no cargo porque, a partir de 1º de janeiro, o destino dele é ocupar a cela ao lado da do Lula”. O candidato ao Senado falou sobre a campanha sem Bolsonaro. “Quem vai ditar os rumos da campanha será a equipe médica. O nosso esforço é no sentido de Jair Bolsonaro vencer as eleições ainda no primeiro turno.”

Foto: Rui Carlos

Foto: Rui Carlos