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Major Olimpio defende criação de comissão permanente de segurança pública

Da Redação | 13/02/2019, 12h48

O senador Major Olimpio (PSL-SP) defendeu, em pronunciamento nesta terça-feira (12), a criação de uma comissão permanente, no Senado Federal, para que os parlamentares possam analisar as propostas relacionadas à segurança pública.

Para ele, a insegurança é o tema que gera maior preocupação para a população, o que justificaria a criação de um colegiado específico e não apenas de um grupo vinculado à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

— Ah! O Major Olimpio é da segurança e ele quer uma comissão disso para ele. Não! Tenho o meu papel já na Liderança do PSL. Que nós tenhamos uma comissão o mais breve possível, porque o governo está falando que está mandando um pacote da segurança, e nós não temos uma comissão específica para recebê-lo. Será que é muito perdularismo da Câmara dos Deputados ter 24 comissões lá? Será que somos assim tão probos de termos só as 13 comissões? — questionou.

Entre os temas propostos pelo senador para serem discutidos nesta comissão estão a redução da maioridade penal, regras mais rígidas para o acesso ao auxílio reclusão à familiares de presos e a regulamentação atividades das polícias.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/02/13/major-olimpio-defende-criacao-de-comissao-permanente-de-seguranca-publica

Metrópoles traz convite de Major Olimpio a Datena para se filiar ao PSL

Major Olímpio convida Datena para se filiar ao PSL: “Imbatível”

O plano, a princípio, mira as eleições municipais de 2020, quando o apresentador poderia disputar a prefeitura de São Paulo

Divulgação

DIVULGAÇÃO

Nesta semana, Datena esteve em Brasília para gravar uma entrevista com o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, ocasião em que Olímpio aproveitou para sugerir a filiação.

“Ele [Datena] é simplesmente imbatível com Bolsonaro. Não tenho dúvida, ele venceria no primeiro turno”, disse Olímpio.

O convite, a princípio, tem o objetivo de lançar o nome do apresentador nas eleições municipais de 2020. Datena concorreria à Prefeitura de São Paulo, atualmente comandada por Bruno Covas (PSDB). Além de Olímpio, o encontro contou com a presença do deputado federal eleito capitão Derrite (PP-SP).

Datena se lançou como candidato ao senado pelo estado de São Paulo, justamente a posição em que Major Olímpio se elegeu em outubro. No entanto, o apresentador de TV desistiu de concorrer pelo DEM e não participou do pleito.

https://www.metropoles.com/brasil/politica-br/major-olimpio-convida-datena-para-se-filiar-ao-psl-imbativel

Jornal O DIA destaca preparo de Major Olimpio para ser líder do Partido no Senado

Major Olímpio se diz preparado para ser líder, mas que não é oferecido

O senador eleito é o entrevistado do Conversa com Roseann Kennedy

Por Agência Brasil

Major Olímpio

Major Olímpio – LUCIO BERNARDO JR/Câmara dos Deputados

Brasília – Senador eleito com a maior votação registrada no estado de São Paulo, Major Olímpio (PSL) ganhou força no partido do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e chega ao Senado com cacife para pleitear cargos de comando. Mas, sinalizando a disputa de poder que existe na sigla, ele afirma: “eu me sinto preparado para, um dia ou talvez agora, dirigir a Casa, ser líder do partido ou do governo. Simplesmente uma coisa, não sou eu quem vai definir isso. Eu não me insiro, nem fico de oferecido, mas também não me omito. Se houver o entendimento de que eu possa ser alguém para auxiliar nesse processo, muito bem. Senão, a única certeza que eu tenho, eu serei um dos 81 votos de senador”, ressaltou.

Major Olímpio concedeu entrevista ao programa Conversa com Roseann Kennedy um dia antes de vir a público o bate-boca no grupo do WhatsApp do PSL por protagonismo no partido. O programa vai ao ar nesta segunda, às 21h15, na TV Brasil.

Presidente do PSL estadual em São Paulo, Major Olímpio atualmente exerce o mandato de deputado federal. Quando migrar para o Salão Azul do Congresso Nacional, será o primeiro policial militar a ocupar uma vaga no Senado. Ele entrou para a corporação em 1978. No Senado, assume compromissos com a categoria e diz que segurança pública será sua pauta prioritária.

Por adotar uma postura linha dura, quando o assunto é criminalidade, Major Olímpio relata que já foi alvo de ameaças, mas ironiza: “Quando para eu ter cuidado porque alguém tá querendo me matar, eu aviso que precisa pegar a fila”.

Major Olímpio defende a redução da maioridade penal, não é a favor da liberalização do uso de drogas, apoia a revisão do estatuto do desarmamento. Ou seja, na pauta segurança está alinhado com Jair Bolsonaro. Em outros assuntos divergem. Na campanha deste ano, por exemplo, o major contrariou o capitão ao apoiar a candidatura de Márcio França ao governo de São Paulo.

“O presidente Jair Bolsonaro é um querido amigo que eu respeito demais, não vamos concordar em todas as posições na vida. Mas nas pautas de segurança o nosso pensamento é muito próximo e convergente, até pela nossa origem. Nós vivemos o terror e somos solução para o terror em que vive a sociedade”.

Sobre a composição do próximo governo, sem distribuição de cargos para partidos, Major Olímpio faz um alerta, e diz que “o cachimbo deixa a boca torta” e, portanto, haverá resistências. “Há as resistências de toda ordem, mas vai ser um processo de adequação. A gente tem visto com muito bons olhos o posicionamento dos partidos, das lideranças, um empenho para uma coisa maior chamada Brasil”, vislumbra.

Nesta entrevista à TV Brasil ele também fala de soluções para a crise penitenciária, destaca a importância da reforma da Previdência com tratamento diferenciado para os policiais e revela números estarrecedores sobre a violência no país.

Portal Terra destaca opinião de Major Olimpio sobre pautas-bomba

Major Olímpio cita esforço para evitar pautas-bombas no Congresso

Mateus Fagundes, enviado especial

7 DEZ2018

O senador eleito Major Olímpio (PSL-SP) afirmou nesta sexta-feira, 7, que ele e os demais parlamentares do PSL que estão em mandato estão agindo para evitar pautas-bombas no Congresso. A nova legislatura toma posse em 1º de fevereiro.

“É preciso ter responsabilidade com o Brasil”, disse ele, que participou nesta sexta de formatura da Academia da Força Aérea (AFA) em Pirassununga, interior de São Paulo.

Olímpio criticou ainda a aprovação da flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal aos municípios, aprovada na quarta-feira na Câmara. “É difícil neste momento, quando nós temos metade da Câmara e 85% do Senado que tentou se reeleger e não conseguiu. Já está todo mundo olhando para 2020”, afirmou.

Renan Calheiros

O senador eleito negou que haja dentro do partido dele uma recomendação contra a candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL). Nesta semana, o senador alagoano recebeu uma inimiga de peso: a deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP), recordista de votos e aliada de Olímpio.

“Tenho admiração pelo que diz a Janaína. E concordo com ela que o momento pede mudança, e não uma pessoa (Renan) com 15 processos. Mas não há recomendação nenhuma contra ele. Eu, particularmente, sou contra, com este argumento da Janaína”, afirmou Olímpio.

Ele ressaltou ainda que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, não pretende interferir nas eleições da Câmara e do Senado. “Ele nos disse para o PSL buscar o seu espaço, quer na formação de comissões, nas mesas diretoras”, comentou.

Especificamente sobre a liderança do PSL do Senado, Olímpio disse que este é um cargo que poderia ser ocupado por Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente eleito e senador eleito pelo Rio de Janeiro. “Na semana que vem, na segunda-feira, teremos uma reunião com os quatro senadores eleitos pelo PSL para decidir, deliberar sobre isso”, afirmou.

ESTADÃO TRAZ RECUSA DE MAJOR OLIMPIO EM RECEBER “AUXÍLIO MUDANÇA”

Major Olímpio abre mão de “auxílio-mudança” de R$ 70 mil
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Vera Rosa

29 Novembro 2018 | 13h55

Foto: Sérgio de Castro/Estadão

Eleito senador por São Paulo, o deputado Major Olímpio (PSL) abriu mão de receber o auxílio-mudança no início da próxima legislatura, que, de acordo com sua assessoria, é de R$ 70 mil. Em ofício enviado nesta quinta-feira, 29, ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), Olímpio diz não ver cabimento, “sob o prisma ético e moral”, em receber a ajuda de custo por já exercer mandato em Brasília.

“Esse benefício é uma vergonha”, afirmou ele, usando seu bordão predileto. O auxílio mudança está previsto em decreto legislativo aprovado em 2014. O texto estabelece que “é devido aos membros do Congresso Nacional, no início e no final do mandato, ajuda de custo equivalente ao valor do subsídio, destinada a compensar as despesas com mudança e transporte”.

O auxílio-mudança é de R$ 33,7 mil, equivalente a um salário, mas, no caso dos parlamentares que foram reconduzidos ou eleitos para outros cargos no Congresso, o valor é dobrado.

Major Olímpio é próximo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e está cotado para liderar a bancada do PSL, que terá quatro senadores, ajudando na articulação política. “Eu não me ofereço nem me omito”, desconversa ele. Tem direito a liderança os partidos com o mínimo de três senadores. (Vera Rosa)

 

https://politica.estadao.com.br/blogs/coluna-do-estadao/major-olimpio-abre-mao-de-auxilio-mudanca-de-r-70-mil/

Portal G1 destaca decisão sobre Carandiru- acompanhada de perto pelo Major Olimpio

Por Walace Lara, TV Globo e G1 SP

 


O senador eleito Major Olímpio (PSL) e policiais militares no TJ  — Foto: Walace Lara/TV Globo O senador eleito Major Olímpio (PSL) e policiais militares no TJ  — Foto: Walace Lara/TV Globo

O senador eleito Major Olímpio (PSL) e policiais militares no TJ — Foto: Walace Lara/TV Globo

O Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo manteve nesta terça-feira (27) a decisão que determinou novos júris do massacre do Carandiru. Com isso, novos julgamentos serão feitos.

A 4ª Câmara Criminal do TJ negou os embargos infringentes apresentados pela defesa dos policiais militares contra decisão de 2016, que anulou a condenação de PMs pelos assassinatos de presos no massacre do Carandiru em 1992.

Nos embargos infringentes, a defesa pedia que a absolvição de três policiais fosse estendida aos demais.

Em 2013 e 2014, policiais foram julgados e condenados a penas que variavam de 48 a 624 anos de prisão. Apesar disso, somente um dos agentes está preso, mas por outros crimes. Os demais continuam soltos.

Ao todo, 111 presos foram mortos durante invasão da PM no dia 2 de outubro de 1992 para conter rebelião na Casa de Detenção na Zona Norte da capital paulista. No tumulto, outros 34 detentos teriam sido mortos pelos próprios colegas de cela. Os PMs alegaram que atiraram nos presos para se defender.

A decisão do novo julgamento já teve um recurso especial que foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que por sua vez, mandou o TJ-SP refazer o julgamento dos embargos de declaração, refeito em maio desse ano.

Embargos declaratórios

O julgamento dos embargos declaratórios foi refeito pelo TJ por determinação do STJ. Em abril, o STJ atendeu pedido do MP para os desembargadores Ivan Sartori, Camilo Léllis e Edison Brandão analisarem novamente o recurso e fundamentarem a decisão que anulou os júris do Carandiru.

A alegação da Promotoria era a de que, no primeiro julgamento dos embargos contrários à anulação das condenações dos PMs, quando os magistrados do TJ rejeitaram o recurso, eles não os tinham julgado corretamente. E, até que esse recurso fosse apreciado novamente, a decisão do Tribunal de Justiça que anulou os júris do Carandiru deixava, na prática, de ter validade e ficava suspensa temporariamente, isso segundo o MP.

Estadão traz opinião de Major Olimpio sobre presidência da Câmara

Major Olímpio diz que Câmara e Senado precisam ter ‘novos presidentes’

Na Rádio Eldorado, senador eleito defende PSL na presidência na Câmara e diz que, se continuasse como deputado, não votaria em Rodrigo Maia (DEM); ouça a entrevista

Matheus Lara, O Estado de S.Paulo

23 Novembro 2018 | 09h08

O deputado federal e senador eleito pelo PSL-SPMajor Olímpio, afirmou nesta sexta-feira, 23, que a Câmara e o Senado precisam de “novos presidentes”. Ele disse que, se continuasse como deputado, não votaria em Rodrigo Maia (DEM), cotado para a reeleição, e defende a candidatura do presidente de seu partido, Luciano Bivar.

“O partido (PSL) tem que ousar, para presidir a Câmara. Lancei o Bivar. Não vejo razão o DEM ou o Maia presidir diante da grandeza do PSL na Casa. Estou valorizando o PSL e não diminuindo DEM”, disse em entrevista à Rádio Eldorado. “Câmara e Senado deveriam ter novos presidentes. Na Câmara, eu não votaria no Maia.”

Major Olímpio
Senador eleito pelo PSL-SP, Major Olimpio Foto: DIda Sampaio/Estadão

Olímpio disse que o PSL pode chegar até a 65 deputados federais na próxima janela partidária e que o crescimento exponencial do partido (que, na onda de Bolsonaro, elegeu 52 deputados – 2ª maior bancada da Câmara) fez gerar uma “ansiedade” entre seus quadros. Ele reconheceu que deputados eleitos fizeram cobranças para ter mais espaço junto ao governo de transição.

“Há uma ansiedade natural para ajudar mais, principalmente dos recém-eleitos. Houve manifestações, inclusive minhas, de dificuldade de interlocução com a área política (da transição). Acabou ficando defindo que Eduardo (Bolsonaro) e Bivar passarão a fazer a interlocução com a área política do governo de transição. Temos que desenvolver um processo de ajuste do posicionamento do partido na Câmara e no Senado.”

O senador eleito reconheceu que tem havido “resistência” entre partidos e políticos por conta das indicações de Bolsonaro para os ministérios – prioritariamente técnicas. O preisdente tem se posicionado contra a política “do toma lá, dá cá”. “Está sendo um proceso de mudança comportamental para os partidos e para a política. Lógico que vai ter resistênica. Mas já avançamos bastante para a nomeação dos ministros e há uma tranquilidade para que o processo final não tenha sido comprometido por pressões da área política. Estamos num processo de transição. Acontecerão pressões de toda ordem, mas vivemos um novo momento.”

Educação. Major Olímpio elogiou a escolha do filósofo Ricardo Vélez Rodríguez para o Ministério da Educação, anunciado por Bolsonaro na quinta, 22, e disse que o amadurecimento do projeto “Escola Sem Partido” virá do debate. “O tema vem sendo debatido, acho que o caminho apra o amadurecimento com equilíbrio é justamente o debate. Vélez tem um currículo invejável, se aprofundou no conhecimento da educação e vai ser fundamental no governo Bolsonaro.”

Doria. O senador eleito também respondeu a críticas de eleitores pela aproximação com o governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB). Ele havia se posicionado contra o tucano na disputa do 2º turno contra Márcio França (PSB). “Não há traição nem nada. No 2º turno, fui contra o PSDB porque sou um policial, sofri na ativa e agora como parlamentar por 24 anos a tragédia de ser massacrado pelos governos do PSDB. Mas Doria foi escolhido pela população. Eu fui escolhido para ser senador. E institucionalmente, temos que ter uma convivência respeitosa e republicana.”

 

https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,major-olimpio-diz-que-camara-e-senado-precisam-ter-novos-presidentes,70002618379

Diário do Poder destaca Major Olimpio

Ele tem o apoio unânime do partido [PSL]

Thais Saraiva
  | Atualizado 

Justiça em Foco traz trajetória de Major Olimpio

Conheça a trajetória do senador Major Olímpio (PSL) com mais de 9 milhões de votos

Da redação (Justiça Em Foco) com Carla Castro. – quinta, 22 de novembro de 2018

As eleições de 2018 foram marcadas pela onda de votações expressivas em candidatos do PSL, o efeito Bolsonaro atingiu todos os estados brasileiros e alavancaram uma sigla, considerada pequena, à 2ª maior bancada da Câmara dos Deputados. No Senado Federal, a grande surpresa foi a eleição do Major Olímpio para o estado de São Paulo, com mais de 9 milhões de votos.

A trajetória da vida pública do futuro senador se iniciou no âmbito da Polícia Militar de São Paulo quando ocupou a presidência da Associação Paulista dos Oficiais da PMSP e quando foi diretor da Associação dos Oficiais da PMSP. Com 29 anos de serviço dedicados à Polícia Militar, foi eleito deputado estadual por São Paulo, em 2006, com pouco mais de 52 mil votos. Na eleição seguinte, em 2010, foi reeleito com mais do dobro de votos, cerca de 135 mil. O crescimento nas votações e a boa atuação como parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) o fizeram almejar voo maiores.

Em 2014 resolveu concorrer a Deputado Federal por São Paulo e, novamente, foi eleito com quase 180 mil votos. Atuou bastante na Câmara dos Deputados entre 2015 e 2018, sendo autor de mais de 30 projetos e relatando outros 30, especialmente na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO). Sua principal bandeira é a defesa dos direitos dos policiais e o fortalecimento da Segurança Pública.

O atual Deputado e futuro Senador é bacharel em ciências jurídicas e sociais, além disso, atua também como jornalista e professor de educação física. Pela sua formação militar, ainda é técnico em defesa pessoal e instrutor de tiro. Também é autor de livros voltados para a questão da segurança pública. No ranking parlamentar, feito pelo site Atlas Político, ocupa a 43ª colocação entre 493 deputados, sendo o 14º deputado mais atuante na Câmara.

Dentre os seus principais posicionamentos políticos, criticou duramente o governo de Dilma Rousseff e a tentativa de nomear o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como Ministro da Casa Civil em 2016. Major Olímpio votou a favor do impeachment de Dilma. Mantendo a pauta anticorrupção, independentemente da orientação partidária, também foi favorável a abertura do processo de investigação do Presidente Michel Temer em agosto de 2017, após o escândalo da divulgação dos áudios gravados por Joesley Batista, dono da JBS.

Em face do alinhamento de pensamento e das posições anticorrupção e a favor da Segurança Pública, Major Olímpio resolveu se filiar ao PSL, partido de Jair Bolsonaro, para disputar as eleições de 2018. Além de ter sido o único candidato do partido a disputar o Senado pelo estado de São Paulo, Major Olímpio também foi o escolhido para presidir a comitiva do partido no estado.

A expressiva e surpreendente votação do Major revelou a força do partido e do projeto de governo do PSL. Pautado no combate à corrupção, no endurecimento ao crime organizado, no aparelhamento de todas as polícias e em profundas mudanças do código penal, Jair Bolsonaro, Sérgio Moro, Major Olímpio e todos os parlamentares eleitos do PSL, bem como os Ministros escolhidos, terão a oportunidade de alterar o status quo político, de extinguir a política do toma lá dá cá e promover segurança aos cidadãos brasileiros.

Os primeiros anos do Governo são fundamentais para pautar as reformas, pois a força dos milhões de votos obtidos pelo PSL estará fresca na memória da atual composição do Congresso. Embora cada parlamentar possua o mesmo peso a cada votação, ou seja, um parlamentar, um voto, o peso da legitimidade que cada congressista carrega para representar o povo está traduzida no número de votos que ele recebeu. A força do voto popular será a principal moeda de negociação do PSL para votação de matérias sensíveis. Nesse ponto, os 9 milhões de votos do Major Olímpio devem qualificá-lo para ser uma liderança ativa no Senado Federal.

A trajetória de sucesso do major se deve ao comprometimento e à dedicação que sempre teve como parlamentar. Assíduo, interessado e estudioso, Major Olímpio deve ser uma voz em defesa da Segurança Pública dentro do Senado e articulador de votações importantes para o Governo de Bolsonaro na Casa. Junto com Selma Arruda (PSL-MT), Soraya Thronicke (PSL-MS) e Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) forma o time de 4 senadores eleitos pelo PSL.

ESTADÃO destaca apoio de Major Olimpio a Bivar na Presidência da Câmara

Major Olímpio defende Luciano Bivar na presidência da Câmara

O senador eleito disse que o partido quer ainda presidência de comissões e que vai aproveitar a janela partidária, no próximo ano, para atrair mais parlamentares

21 Novembro 2018 | 18h20

BRASÍLIA – Senador eleito pelo PSLMajor Olímpio (SP), disse que o partido deve buscar ocupar todos os espaços possíveis no Congresso na próxima legislatura, principalmente em temas que envolvam segurança pública. Ele citou as comissões de Constituição e Cidadania e outras.

Durante reunião da sigla, que contou com cerca de 35 de seus candidatos eleitos, Olímpio disse ainda que defende a condução de Luciano Bivar, presidente do PSL, à presidência da Câmara. Em entrevista recente ao Estado, o deputado federal eleito por Pernambuco disse que, se for preciso, o partido vai reivindicar a presidência da Casa.

Major Olímpio
O senador eleito Major Olímpio, do PSL  Foto: Dida Sampaio/Estadão

O Major afirmou ainda que o partido vai esperar a janela para atrair parlamentares de outras legendas que tenham um pensamento similar ao do PSL para o partido.

Ainda de acordo com o senador eleito, Jair Bolsonaro pediu apoio dos quadros para “melhorar o País”; e disse que ele não falou sobre questões como a presidência da Câmara.

Segundo a deputada eleita pela legenda Joice Hasselman, que também esteve presente na reunião, os deputados eleitos pelo PSL querem ter mais participação na construção do governo de Jair Bolsonaro.  O grupo reclamou que não está sendo ouvido pelo novo governo e pediu um canal de diálogo direto com o próximo presidente da República.

Uma reunião entre Eduardo Bolsonaro, nomeado o porta-voz do grupo, e o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, foi agendada para esta quinta-feira para tratar dessa questão.

Sobre o encontro, a deputada eleita disse que as palavras de Bolsonaro foram de ânimo e que ele pediu ajuda para mudar o País com o Congresso. Joice disse ainda que o militar reformado não vai ficar negociando cargos e que seria interessante que o presidente da Câmara fosse de outro partido que não o PSL.